Timelapse – Lua do Ecoville

Ecoville, Curitiba – agosto/2011. Acho que botei uma música meio jacu, mas OK.

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Itapoá e o Novo Mundo – As fotos

Fim de semana passado, fomos a Itapoá (SC) e aconteceram algumas fotos boas. Clique na foto para ampliar.

Estrada com visual Vietnã emprestado para Itapoá. Estrada com visual Vietnã emprestado para Itapoá. Essa é a nova Estrada da Serrinha, que liga Garuva a Itapoá, encurtando muito o caminho para quem não precisa passar por Itapema e Barra do Saí. É asfalto novo, que liga a estrada Garuva-Guaratuba a Itapoá (chega no Corpo de Bombeiros). São 42 quilômetros a partir de Garuva até os Bombeiros.

A praia em frente a nossa casa (balneário Princesa do Mar) andou recuando bastante nos últimos tempos. A praia em frente a nossa casa (balneário Princesa do Mar) andou recuando bastante nos últimos tempos. Quando a maré sobe, a faixa de areia fica meio apertada. Créditos de figuração: Miguel e Carla.

Quando a maré baixa, tudo fica mais gostoso, lembrando os velhos tempos. Quando a maré baixa, tudo fica mais gostoso, lembrando os velhos tempos. Esse dia tava nublado, “mas o veranista não se acanhou e foi a praia aproveitar os dias de folga.”

Ela tá linda. Ele, num auto-retrato em péssimo ângulo. Ela tá linda. Ele, num autorretrato em péssimo ângulo.

Ah, o Porto de Itapoá, ponto alto da viagem. Ah, o Porto de Itapoá, ponto alto da viagem. Três vivas à iniciativa privada! Viva! Viva! Viva! Coisa mais linda, moderna, eficiente. É emocionante um empreendimento deste tamanho em plena produção. Os nativos já todos contam histórias sobre os recordes que o porto vem batendo, e é apenas o começo. E, não sou especialista, mas o impacto ambiental parece pequeno. O porto funciona no canal natural da baía, longe da margem, sem precisar de dragagem constante e a praia ainda está lá.

Tirei essa foto do mesmo lugar da anterior, porém face oposta. Tirei essa foto do mesmo lugar da anterior, porém face oposta. A praia está realmente lá, a gurizada está curtindo o fim de tarde.

Santa Clara clareou. Santa Clara clareou. É o navio que estava descarregando e carregando no sábado. Nas fotos seguintes, no domingo, ele aparece partindo do porto.

God. É ali, 150 km de Curitiba. God. É ali, 150 km de Curitiba.

Esse é o porto visto do outro lado. Esse é o porto visto do outro lado. Com atenção, dá pra ver os caminhões com containers vermelhos em fila ao lado do navio.

Porto seco, para onde os containers são levados após serem descarregados do navio - e vice-versa. Porto seco, para onde os containers são levados após serem descarregados do navio – e vice-versa.

Mesmo assunto, em foto vertical, pra quebrar a monotonia das fotos em paisagem. Mesmo assunto, em foto vertical, pra quebrar a monotonia das fotos em paisagem.

Quando atravessávamos a balsa da Vila da Glória para a Ilha de São Francisco, pudemos ver o Santa Clara deixando o porto de Itapoá, enquanto outro da fila já tomava seu lugar. Quando atravessávamos a balsa da Vila da Glória para a Ilha de São Francisco, pudemos ver o Santa Clara deixando o porto de Itapoá, enquanto outro da fila já tomava seu lugar. Créditos de figuração: pássaro no canto esquerdo.

Durante a travessia, eis uma foto amadora de golfinho, típica: você se emociona e só consegue tirar foto das barbatanas do bicho. Durante a travessia, eis uma foto amadora de golfinho, típica: você se emociona e só consegue tirar foto das barbatanas do bicho.

Já em São Chico, na casa da tia Dinda, achamos novamente Santa Clara, agora já em alto-mar. Já em São Chico, na casa da tia Dinda, achamos novamente o Santa Clara, agora já em alto-mar. A vista é da Prainha de São Chico, sob chuva intensa.

Finalmente, na travessia de volta, uma foto enquadrando os dois portos: Itapoá e São Francisco do Sul. Finalmente, na travessia de volta, uma foto enquadrando os dois portos: Itapoá e São Francisco do Sul. O ângulo e a objetiva enganam um pouco: os portos ficam a cerca de 8 quilômetros de distância, um do outro.

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Rolinhas em Matinhos

Rolinha no fio de energia
No fio.

Rolinhas na calçada
Na calçada.

Fotos de 30/12/2011, quase ano novo.

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Galos, galinhas e carneiros

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Alteração de tom em tempo real no Winamp

Encontrei um plugin muito bom para o Winamp hoje: PaceMaker. Ele altera o tom da música enquanto você está escutando, em tempo real. É perfeito para quando a música tem aquela afinaçãozinha um semitom abaixo ou acima e você está tentando tirar no violão pelado.

Além disso, é possível alterar o tempo da música, alterando ou não o tom. Além de ser útil para identificar alguns solos ou riffs, também dá pra fazer umas brincadeiras legais. :)

Claro que a tecnologia pra isso não é nada nova, mas a novidade aqui é que é um pluginzinho pro Winamp, prático e útil. O site é meio anos 80, mas o software é atualizado, com a última versão no mês passado.

The PaceMaker Plug-in: http://www.surina.net/pacemaker/

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Yorkshire Wisetallerthan

Filhote de Yorkshire Wisetallerthan

Vocês não acreditam. Eu tava caminhando e cantando e seguindo a canção, braços dados com uns amigos e amigas, celebrando a humanidade. Nada de mais, só mais um dia de alegria mundana. Apesar do ambiente de fantasia, tudo era real. Os rostos, os olhares, as roupas e os sorrisos de canto de boca.

Enquanto eu estava com a cabeça abaixada, pensando em um absurdo desses que nos atormentam a cada hora, alguém me deu uma trombada. Pareceu proposital. Quando virei para ver quem era, quase não o reconheci. O rosto dele não tinha mais nada a ver com o que conheci dez anos atrás. Não entendi o que senti. Não era espanto, pois não continha receio. Nem era alegria, mas sorri – creio que tentando disfarçar a indagação.

Vocês não acreditam. Era o Cosmos, um cachorro que conheci há uma década enquanto morava em La Paz. Ele é da raça Yorkshire Wisetallerthan, uma variante raríssima desses pequenos animais, que chega a 1,60m de altura na fase adulta. Não consegui calcular a altura do Cosmos agora, mas deve chegar perto disso. É uma visão única. Além da aparência extravagante, os Wisetallerthan tem uma inteligência singular. Haja visto que o cão se lembrou de mim depois de dez anos sem me ver e ainda teve a sutileza de fazer uma brincadeira. Empurrou-me e ficou olhando com aquela expressão “Lembra de mim?”.

Percebendo que o reconheci, Cosmos caminhou lentamente em minha direção e se recostou ao meu lado. O que aconteceu depois é história, fica pra próxima.

Veja um pouco mais sobre o Yorkshire Wisetallerthan neste vídeo. Imperdível.

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Netflix no Brasil – experimentei

Sou um grande entusiasta do vídeo sob-demanda. O caso de uso é muito confortável: você está em casa e quer ver um filme. Liga a TV, escolhe o filme e dá play. Nada mais cômodo, nada mais óbvio. Se isso ainda não foi possível até hoje no Brasil, é devido a restrições tecnológicas, que vêm diminuindo nos últimos anos. Já existem alguns serviços disponíveis e, esta semana, houve o alvoroço da chegada da Netflix ao Brasil.

Como o primeiro mês é grátis, resolvi experimentar. Um outro atrativo pra mim foi a possibilidade de usar o Nintendo Wii como set-top box. Assistir no computador ou ficar conectando cabos são tarefas que não batem com aquele caso de uso confortável que citei. Já a ideia de ligar o video-game, escolher o filme e dar play já agrada mais.

A criação da conta na Netflix foi tranquila. Apesar do primeiro mês ser grátis, você tem que informar os dados do cartão para que eles cobrem os meses seguintes. Não há fidelidade, você pode cancelar a qualquer hora. Após o primeiro mês, é cobrada uma mensalidade de R$ 14,99 e você pode assistir a quantos programas quiser.

A instalação no Wii foi muito fácil*. Só entrar no Wii Shop Channel e instalar o aplicativo Netflix. No aplicativo, você informa o usuário e senha e pronto. É apresentada uma lista com dezenas de seriados de TV e filmes de diferentes gêneros. É só escolher o filme e dar play. Ele eleva uns dez segundos para carregar e depois já começa a reproduzir. Você pode avançar ou retroceder o quanto quiser, inclusive mais facilmente do que em um aparelho DVD normal.

O grande problema por enquanto é a variedade de títulos. Parece uma locadora antiga de bairro, sem lançamentos. Para mim, que tenho uma defasagem grande e uma lista enorme de filmes antigos a assistir, pode ser útil mesmo assim. Principalmente para crianças, há muitos clássicos a ver. Mas acho que um serviço assim não consegue sobreviver muito tempo sem um acervo atualizado. Não sei como está a questão de licença de filmes novos para streaming no Brasil, mas a concorrência vem aí.

Lembrando que a GVT lançará em breve sua TV por assinatura, que deve dar uma experiência nova e muito interativa ao usuário. O potencial para vídeo sob-demanda é grande, já que a rede de telecomunicações é própria e o grupo Vivendi pode fornecer conteúdo de primeira linha.

* A instalação no Wii deveria ter sido fácil, mas o softmod complicou um pouco. Pediu update, então tive que atualizar o Shop Channel pelo Wad Manager, mas no fim deu certo.

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SOAD – Qual o álbum preferido?

Temos um projeto em andamento e a principal tarefa de preparação é escutar a discografia do System of a Down. A medida do possível, tenho procurado escutar discos diferentes, para conhecer mais da banda.

Por enquanto, meu ranking é:

  1. Toxicity (2001)
  2. Mezmerize (2005)
  3. Steal This Album! (2002)

Talvez isso mude ao longo do mês, mas tá registrado. ;-)

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Dia dos pais

Dois grandes amigos meus perderam o pai nos últimos meses. Um abraço a eles.

É absolutamente inexplicável o sentimento, a razão da lágrima, o nó na garganta recorrente nas situações mais inusitadas.

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SOAD in SP

Como é bom ser convencido a abandonar a inércia e fazer bate-e-volta em São Paulo pra ver show de rock. Bjus!

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