There’s a reason I’ll be back

I’ll keep this wisdom in my flesh

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Baía de Guaratuba

Ontem à tarde, 29 de abril, HDR.

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Psycho Carnival 2012 – Curitiba

Essa foi uma tarde do Psycho Carnival. Era domingo, 19 de fevereiro de 2012, um sol lindo nas Ruínas de São Francisco. Depois, rolou uma tempestade do capeta. Tudo normal. ;-)

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Find a place nearby

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Timelapse – Lua do Ecoville

Ecoville, Curitiba – agosto/2011. Acho que botei uma música meio jacu, mas OK.

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Itapoá e o Novo Mundo – As fotos

Fim de semana passado, fomos a Itapoá (SC) e aconteceram algumas fotos boas. Clique na foto para ampliar.

Estrada com visual Vietnã emprestado para Itapoá. Estrada com visual Vietnã emprestado para Itapoá. Essa é a nova Estrada da Serrinha, que liga Garuva a Itapoá, encurtando muito o caminho para quem não precisa passar por Itapema e Barra do Saí. É asfalto novo, que liga a estrada Garuva-Guaratuba a Itapoá (chega no Corpo de Bombeiros). São 42 quilômetros a partir de Garuva até os Bombeiros.

A praia em frente a nossa casa (balneário Princesa do Mar) andou recuando bastante nos últimos tempos. A praia em frente a nossa casa (balneário Princesa do Mar) andou recuando bastante nos últimos tempos. Quando a maré sobe, a faixa de areia fica meio apertada. Créditos de figuração: Miguel e Carla.

Quando a maré baixa, tudo fica mais gostoso, lembrando os velhos tempos. Quando a maré baixa, tudo fica mais gostoso, lembrando os velhos tempos. Esse dia tava nublado, “mas o veranista não se acanhou e foi a praia aproveitar os dias de folga.”

Ela tá linda. Ele, num auto-retrato em péssimo ângulo. Ela tá linda. Ele, num autorretrato em péssimo ângulo.

Ah, o Porto de Itapoá, ponto alto da viagem. Ah, o Porto de Itapoá, ponto alto da viagem. Três vivas à iniciativa privada! Viva! Viva! Viva! Coisa mais linda, moderna, eficiente. É emocionante um empreendimento deste tamanho em plena produção. Os nativos já todos contam histórias sobre os recordes que o porto vem batendo, e é apenas o começo. E, não sou especialista, mas o impacto ambiental parece pequeno. O porto funciona no canal natural da baía, longe da margem, sem precisar de dragagem constante e a praia ainda está lá.

Tirei essa foto do mesmo lugar da anterior, porém face oposta. Tirei essa foto do mesmo lugar da anterior, porém face oposta. A praia está realmente lá, a gurizada está curtindo o fim de tarde.

Santa Clara clareou. Santa Clara clareou. É o navio que estava descarregando e carregando no sábado. Nas fotos seguintes, no domingo, ele aparece partindo do porto.

God. É ali, 150 km de Curitiba. God. É ali, 150 km de Curitiba.

Esse é o porto visto do outro lado. Esse é o porto visto do outro lado. Com atenção, dá pra ver os caminhões com containers vermelhos em fila ao lado do navio.

Porto seco, para onde os containers são levados após serem descarregados do navio - e vice-versa. Porto seco, para onde os containers são levados após serem descarregados do navio – e vice-versa.

Mesmo assunto, em foto vertical, pra quebrar a monotonia das fotos em paisagem. Mesmo assunto, em foto vertical, pra quebrar a monotonia das fotos em paisagem.

Quando atravessávamos a balsa da Vila da Glória para a Ilha de São Francisco, pudemos ver o Santa Clara deixando o porto de Itapoá, enquanto outro da fila já tomava seu lugar. Quando atravessávamos a balsa da Vila da Glória para a Ilha de São Francisco, pudemos ver o Santa Clara deixando o porto de Itapoá, enquanto outro da fila já tomava seu lugar. Créditos de figuração: pássaro no canto esquerdo.

Durante a travessia, eis uma foto amadora de golfinho, típica: você se emociona e só consegue tirar foto das barbatanas do bicho. Durante a travessia, eis uma foto amadora de golfinho, típica: você se emociona e só consegue tirar foto das barbatanas do bicho.

Já em São Chico, na casa da tia Dinda, achamos novamente Santa Clara, agora já em alto-mar. Já em São Chico, na casa da tia Dinda, achamos novamente o Santa Clara, agora já em alto-mar. A vista é da Prainha de São Chico, sob chuva intensa.

Finalmente, na travessia de volta, uma foto enquadrando os dois portos: Itapoá e São Francisco do Sul. Finalmente, na travessia de volta, uma foto enquadrando os dois portos: Itapoá e São Francisco do Sul. O ângulo e a objetiva enganam um pouco: os portos ficam a cerca de 8 quilômetros de distância, um do outro.

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Rolinhas em Matinhos

Rolinha no fio de energia
No fio.

Rolinhas na calçada
Na calçada.

Fotos de 30/12/2011, quase ano novo.

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Galos, galinhas e carneiros

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Alteração de tom em tempo real no Winamp

Encontrei um plugin muito bom para o Winamp hoje: PaceMaker. Ele altera o tom da música enquanto você está escutando, em tempo real. É perfeito para quando a música tem aquela afinaçãozinha um semitom abaixo ou acima e você está tentando tirar no violão pelado.

Além disso, é possível alterar o tempo da música, alterando ou não o tom. Além de ser útil para identificar alguns solos ou riffs, também dá pra fazer umas brincadeiras legais. :)

Claro que a tecnologia pra isso não é nada nova, mas a novidade aqui é que é um pluginzinho pro Winamp, prático e útil. O site é meio anos 80, mas o software é atualizado, com a última versão no mês passado.

The PaceMaker Plug-in: http://www.surina.net/pacemaker/

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Yorkshire Wisetallerthan

Filhote de Yorkshire Wisetallerthan

Vocês não acreditam. Eu tava caminhando e cantando e seguindo a canção, braços dados com uns amigos e amigas, celebrando a humanidade. Nada de mais, só mais um dia de alegria mundana. Apesar do ambiente de fantasia, tudo era real. Os rostos, os olhares, as roupas e os sorrisos de canto de boca.

Enquanto eu estava com a cabeça abaixada, pensando em um absurdo desses que nos atormentam a cada hora, alguém me deu uma trombada. Pareceu proposital. Quando virei para ver quem era, quase não o reconheci. O rosto dele não tinha mais nada a ver com o que conheci dez anos atrás. Não entendi o que senti. Não era espanto, pois não continha receio. Nem era alegria, mas sorri – creio que tentando disfarçar a indagação.

Vocês não acreditam. Era o Cosmos, um cachorro que conheci há uma década enquanto morava em La Paz. Ele é da raça Yorkshire Wisetallerthan, uma variante raríssima desses pequenos animais, que chega a 1,60m de altura na fase adulta. Não consegui calcular a altura do Cosmos agora, mas deve chegar perto disso. É uma visão única. Além da aparência extravagante, os Wisetallerthan tem uma inteligência singular. Haja visto que o cão se lembrou de mim depois de dez anos sem me ver e ainda teve a sutileza de fazer uma brincadeira. Empurrou-me e ficou olhando com aquela expressão “Lembra de mim?”.

Percebendo que o reconheci, Cosmos caminhou lentamente em minha direção e se recostou ao meu lado. O que aconteceu depois é história, fica pra próxima.

Veja um pouco mais sobre o Yorkshire Wisetallerthan neste vídeo. Imperdível.

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