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	<title>Subterfúgios</title>
	<link>http://www.subterfugios.net/blog</link>
	<description>Subterfúgios.</description>
	<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 13:24:26 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>As maracas</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2008/02/09/as-maracas/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 13:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre achei que as maracas eram algum instrumento exótico. Algum batuque latino ou africano, completo de adereços e sons peculiares. Até a Elis Regina cantava suas tremidas em &#8220;Dois pra cá, dois pra lá&#8221;. Foi uma verdadeira decepção quando tive a comprovação de que realmente as tais maracas eram apenas um ovinho com arroz dentro.
Apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre achei que as maracas eram algum instrumento exótico. Algum batuque latino ou africano, completo de adereços e sons peculiares. Até a Elis Regina cantava suas tremidas em &#8220;Dois pra cá, dois pra lá&#8221;. Foi uma verdadeira decepção quando tive a comprovação de que realmente as tais maracas eram apenas um ovinho com arroz dentro.</p>
<p>Apesar de sobrevalorizar o &#8220;instrumento&#8221; ao extremo, gosto do nome. É imponente. E, com alguns minutos de prática, qualquer um de nós pode virar o Jimi Hendrix da maraca.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>JFugue - a fome e a vontade de comer</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/12/22/jfugue-a-fome-e-a-vontade-de-comer/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Dec 2007 15:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;JFugue é uma biblioteca Java em código-aberto para programar música sem as complexidades do MIDI.&#8221;
A idéia é criar músicas através de programação Java. Não se assuste com a palavra &#8220;programar&#8221;, é mais simples que isso. Manja só um exemplo:

Player player = new Player();
player.play("C D E F G A B");      // [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>&#8220;JFugue é uma biblioteca Java em código-aberto para programar música sem as complexidades do MIDI.&#8221;</p></blockquote>
<p>A idéia é criar músicas através de programação Java. Não se assuste com a palavra &#8220;programar&#8221;, é mais simples que isso. Manja só um exemplo:</p>
<pre>
Player player = new Player();
player.play("C D E F G A B");      <em>// <a href="/fugue/intro1.mid">resultado</a></em></pre>
<p>Isso vai tocar um dó-ré-mi-fá-sol-lá-si. Agora, vamos fazer o mi-fá mais rápido, transformando cada nota em colcheia (e<strong>i</strong>ghth):</p>
<pre>
player.play("C D Ei Fi G A B");      <em>// <a href="/fugue/intro2.mid">resultado</a></em></pre>
<p>Legal, agora vamos fazer um dois acordes: dó maior e fá maior:</p>
<pre>
player.play("Cmaj Fmaj");      <em>// <a href="/fugue/intro3.mid">resultado</a></em></pre>
<p>Hmm, tá muito rápido. Vamos transformá-los em semibreves (<strong>w</strong>hole):</p>
<pre>
player.play("Cmajw Fmajw");      <em>// <a href="/fugue/intro4.mid">resultado</a></em></pre>
<p>Legal. Agora vamos juntar o solo e a base (Voz 0 e Voz 1):</p>
<pre>
Pattern p = new Pattern();
p.add("V0 C D Ei Fi G A B");
p.add("V1 Cmajw Fmajw");
player.play(p);      <em>// <a href="/fugue/intro5.mid">resultado</a></em></pre>
<p>Ok, vamos ajeitar este final, colocando mais um acorde dó maior, e uma seqüência dó-ré-dó no solo. Note que colocamos a seqüência na sexta oitava (o padrão é a quinta):</p>
<pre>
Pattern p = new Pattern();
p.add("V0 C D Ei Fi G A B C6 D6 C6w");
p.add("V1 Cmajw Fmajw Cmajw");
player.play(p);      <em>// <a href="/fugue/intro6.mid">resultado</a></em></pre>
<p>Agora, só pra ficar mais moderno-brega, vamos fazer este solo com um saxofone tenor:</p>
<pre>
Pattern p = new Pattern();
p.add("V0 I[Tenor_Sax] C D Ei Fi G A B C6 D6 C6w");
p.add("V1 Cmajw Fmajw Cmajw");
player.play(p);      <em>// <a href="/fugue/intro7.mid">resultado</a></em></pre>
<p>Bem, a notação é bem simples e útil para escrever música. Mais interessante parece, porém, a idéia de programar músicas que se escrevem sozinhas, ou seja, gerar músicas. Músicas semi-aleatórias, músicas baseadas em padrões de outras músicas.<br />
Vou deixar aqui dois outros exemplos, com código-fonte:</p>
<ul>
<li><a href="/fugue/crabcanon.mid">Crab Canon</a> por David Koelle, www.jfugue.org. Esta música de Bach é como um palíndromo. Ela é espelhada: o acompanhamento tocar a mesma melodia, só que de trás para frente. No JFugue, foi codificado apenas uma voz, e a outra foi derivada invertendo a primeira e transpondo-a para uma oitava abaixo.</li>
<li><a href="/fugue/nada.mid">Nada</a>, por João Del Valle. Primeira música que fiz no JFugue, para aprender o uso. É um monte de loops e notas escolhidas &#8220;estatisticamente&#8221;. A cada execução do programa, uma música diferente é gerada. Dá para você ouvir enquanto faz natação com seu iPod à prova d&#8217;água.</li>
</ul>
<p>A biblioteca parece bastante poderosa. Ainda temos um infinito a explorar. Vá até a seção <a href="http://www.jfugue.org/howto.html">Getting Started</a> do www.jfugue.org.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntustudio x86_64 e driver X-Fi</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/12/22/ubuntustudio-x86_64-e-driver-x-fi/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Dec 2007 12:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana passada, instalei aqui o Ubuntustudio 7.10 64 bits. O objetivo principal era testar o driver Linux beta da minha placa de som X-Fi. Para quem não lembra, essa série espetacular de placas da Creative, chamada X-Fi Series, não possui suporte para Linux, nem ALSA nem nada. Faz alguns meses, eles lançaram um beta para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada, instalei aqui o Ubuntustudio 7.10 64 bits. O objetivo principal era testar o driver Linux beta da minha placa de som X-Fi. Para quem não lembra, essa série espetacular de placas da Creative, chamada X-Fi Series, não possui suporte para Linux, nem ALSA nem nada. Faz alguns meses, eles lançaram um beta para x86_64. E é esse que testei.</p>
<p>Instalei o Ubuntustudio em outra partição e deixei o home compartilhado com a instalação 32 bits. Smooth. A duplinha Firefox-Thunderbird funciona numa boa compartilhando o perfil entre 32 e 64 bits, assim como a maioria dos programas. O problema é que muitos programas não têm build para 64 bits. Exemplo clássico é o Flash Player 9. Minhas VMs 32 bits do VMware também são inúteis no ambiente 64, teria que instalar tudo de novo.</p>
<p>O Ubuntustudio está legal, me parecendo mais redondo do que a última vez que instalei. O Gnome foi um ponto positivo. Sendo um usuário acostumado com KDE, senti-me confortável com a agilidade das janelas Gnome. Click, click, drag, drop. Tudo muito leve.</p>
<p>Os programas de dia-a-dia Gnome ainda não alcançaram os do KDE, se é que o farão. IMHO, Kopete ainda é o melhor IM, e Amarok, o melhor tocador de mp3. O lado bom é que ambos rodam sem problemas no ambiente Gnome. O apt baixa apenas algumas bibliotecas QT (verdade, não precisa baixar o KDE inteiro). Uma pena é o Yakuake, que não se dá muito bem com as janelas Gnome e, apesar de rodar, tem problemas de sobreposição de janelas. A Gnome tem um clone tabajara do Yakuake, chamado Tilda, mas é bem bugado.</p>
<p>Voltando ao objetivo da instalação do driver da X-Fi: uma decepção. O build não declara algumas dependências, então tem-se que ir baixando e instalando bibliotecas sob demanda e à direção do vento. Feito o build, a instalação também ocorre aos trancos. No final, o som sai, mas com uma qualidade sofrível. Ocorrem também problemas de reprodução, atrasos e loops infinitos diabólicos.</p>
<p>Resumindo a experiência da última semana:</p>
<ul>
<li>Gnome: massa. É bom lembrar que tem um ambiente gráfico levinho para quando precisar.</li>
<li>x86_64: incompatível, conforme esperado. Mas acho que vale a pena fazer uns benchmarks, pois o sistema me pareceu mais &#8220;responsivo&#8221; de maneira geral.</li>
<li>Driver X-Fi Beta: decepção. A placa foi lançada há mais de dois anos e ainda não é possível usá-la de forma aceitável no Linux. Provavelmente, essa situação deriva de alguma estratégia interna da Creative. Talvez um acordo com a Microsoft, ou talvez apenas porque a fatia de mercado Linux para placas de som não valha a pena.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Torne os exercícios divertidos</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/08/22/torne-os-exercicios-divertidos/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 20:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Um de meus grandes problemas com execícios físicos é a chatice, o tédio. Talvez seja trauma de ouvir aqueles gritos do tenente incentivando a tropa, ver os outros correndo como se fosse fácil e eu quase botando o coração pela boca já nos primeiros quarteirões. Eu tentava me distrair com tudo que via, as letras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um de meus grandes problemas com execícios físicos é a chatice, o tédio. Talvez seja trauma de ouvir aqueles gritos do tenente incentivando a tropa, ver os outros correndo como se fosse fácil e eu quase botando o coração pela boca já nos primeiros quarteirões. Eu tentava me distrair com tudo que via, as letras das canções, a cor do céu, o cardápio do almoço. Mas nada funcionava e, momentos depois, já me encontrava olhando para o chão, contando os metros para a linha de chegada. Com um T bem grande pra você.</p>
<p>Mas, por um motivo ou outro,  exercícios são necessários. Se pudesse escolher, provavelmente faria mais dos coletivos, como futebol ou vôlei, ou simplesmente tênis. Mas a infra-estrutura requerida não é irrelevante, principalmente em cidades grandes, e juntar os participantes também não é uma tarefa fácil. No fim, acabo tendo que preencher os exercícios com monótonas corridas, tediosas caminhadas e intermináveis nadadas.</p>
<p>Hoje, meu webmail sugeriu um link interessante, com o título &#8220;<a href="http://longevity.about.com/od/lifelongfitness/a/exercise_fun.htm">How to Make Exercise Fun</a>&#8220;. São dicas para combater o tédio que tanto assombra os exercícios repetitivos. Nada surpreendente, apenas algumas dicas para ajudar. Vou pregar uma lista traduzida aqui, mas vale a pena ler as descrições no site:</p>
<ol>
<li>Adicione um amigo;</li>
<li>Exercícios em grupo;</li>
<li>Jogue algo;</li>
<li>Audio books e podcasts;</li>
<li>Tênis novos;</li>
<li>Acumule estatísticas;</li>
<li>Varie;</li>
<li>Meça, não pese;</li>
<li>TV, vídeos e música;</li>
<li>Relaxe.</li>
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>Recuperando DBX no Outlook Express 6</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/08/12/recuperando-dbx-no-outlook-express-6/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Aug 2007 19:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu pai ainda usa Outlook Express 6 e de vez em quando uma das pastas simplesmente some. O DBX continua lá, mas a pasta não aparece e não há cristo que re-importe pelos meios normais.
Se você fizer uma busca no Google por este assunto, especialmente em inglês, achará zilhões de hits, cada um com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu pai ainda usa Outlook Express 6 e de vez em quando uma das pastas simplesmente some. O DBX continua lá, mas a pasta não aparece e não há cristo que re-importe pelos meios normais.</p>
<p>Se você fizer uma busca no Google por este assunto, especialmente em inglês, achará zilhões de hits, cada um com uma técnica diferente. Notei que a maioria é spam e só quer que você instale algum programinha milagroso.</p>
<p>Depois de uma estressante hora, consegui resolver o problema, seguindo <a href="http://www.guiadohardware.net/comunidade/recuperar-outlook/57527/">esta dica</a> do fórum do Guia do Hardware. Cito aqui o trecho importante:</p>
<blockquote><p> DBX é um arquivo de mensagens do Outlook Express. Se você tiver uma pasta com todos os DBX (Caixa de Entrada.dbx, Itens Enviados.dbx, etc.), basta entrar no Outlook Express e escolher a opção Arquivo, Importar, Mensagens. Escolha Outlook Express 6, e aponte a pasta em que elas se encontram. Ele deve importar as mensagens para dentro de suas pastas. <strong>Caso o arquivo esteja isolado (por exemplo, &#8220;Empresa.dbx&#8221;), a importação não vai funcionar. </strong>Nesse caso, existe um truque: crie uma nova pasta no Outlook Express com esse mesmo nome, através do menu Arquivo, Pasta, Nova, nome &#8220;Empresa&#8221;. Clique na pasta recém-criada, e você verá que ela não tem mensagens. Em seguida, entre em Ferramentas, Opções, Manutenção, botão Pasta de Armazenamento. Este é o nome da pasta em que os arquivos DBX estão guardados. Feche o Outlook Express. Entre no Windows Explorer, e encontre a pasta citada. Basta então substituir o arquivo Empresa.dbx que ele criou pelo seu arquivo Empresa.dbx. Em seguida, abra o Outlook Express, e você verá as mensagens dentro da pasta &#8220;Empresa&#8221;.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As Ruínas</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/08/03/as-ruinas/</link>
		<comments>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/08/03/as-ruinas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Aug 2007 18:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez você goste do seriado LOST, talvez não. Não sou preconceituoso, mas nunca assisti. Achei que, entre meus vícios e manias, não cabia mais este.
Na Super Interessante do mês passado, recomendavam o livro &#8220;As Ruínas&#8221;, de Scott Smith. Comprei numa passagem de bobeira em uma livraria. Conforme dizia na revista, e de acordo com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez você goste do seriado LOST, talvez não. Não sou preconceituoso, mas nunca assisti. Achei que, entre meus vícios e manias, não cabia mais este.</p>
<p>Na Super Interessante do mês passado, recomendavam o livro &#8220;As Ruínas&#8221;, de Scott Smith. Comprei numa passagem de bobeira em uma livraria. Conforme dizia na revista, e de acordo com o que acredito ser o seriado, o livro lembra LOST.</p>
<p>Alguns jovens de férias em Cancún perdem-se em uma trilha maia e eventos estranhos se sucedem. Gostei do livro. Texto cativante e tradução excelente. É uma boa pedida para quem gosta de suspense. Confesso que passei algumas noites tensas no quarto em que tenho vivido, silencioso e cheio de espelhos nas paredes.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CentOS 5 e JES 5: algumas dicas</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/07/25/centos-5-e-jes-5-algumas-dicas/</link>
		<comments>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/07/25/centos-5-e-jes-5-algumas-dicas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 16:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Deinstalei hoje meu CentOS 5. Estava usando nos últimos meses para poder instalar no meu desktop Linux o Java Enterprise System. A instalação deste é baseada em RPM e é homologada apenas para RedHat EL 3.
No CentOS 5, como já mencionei antes, o JES instala e executa, mas não dá para confiar completamente. Ontem, depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deinstalei hoje meu CentOS 5. Estava usando nos últimos meses para poder instalar no meu desktop Linux o Java Enterprise System. A instalação deste é baseada em RPM e é homologada apenas para RedHat EL 3.</p>
<p>No CentOS 5, como já mencionei antes, o JES instala e executa, mas não dá para confiar completamente. Ontem, depois de um dia inteiro de sangrentas escaramuças contra o Access Manager Policy Agent, resolvi voltar ao Kubuntu e usar o JES para Solaris, numa VM.</p>
<p>Mesmo assim, vou registrar aqui algumas dicas para quem quiser instalar e configurar o JES 5 no CentOS 5:</p>
<ol>
<li>Instalar o pacote libstdc++ (não lembro o resto da versão). Quando instalei no Mandriva 2006, era libstdc++2.10-2.96-0.83mdk.i586.</li>
<li>Fazer um link simbólico para o xdpyinfo. O instalador acha que você não tem, mas ele só está procurando no lugar errado.</li>
<li>Sempre que for instalar, iniciar ou parar serviços (e.g., appserver ou diretório), faça um stop/start do cacao:<br />
<code>/opt/sun/cacao/bin/cacaoadm start|stop</code><br />
Não entendi exatamente isso, mas sei que às vezes o cacao trava e não é encontrado pelos outros daemons.</li>
<li>A instalação do Derby também fica meio capenga. Para usar o Portal, é preciso iniciá-lo:<br />
<code>ant -DPS_CONFIG=/etc/opt/sun/portal/PSConfig.properties \<br />
-buildfile /opt/sun/portal/lib/derby.xml start-instance</code></li>
</ol>
<p>De resto, bom trabalho.</p>
<p>***</p>
<p>Ah, como é bom voltar ao Kubuntu! A experiência de usar um redhat-like como SO desktop é traumática.</p>
<p>Outro aspecto excitante do (K)ubuntu são os releases semestrais. É melhor que esperar pela Copa do Mundo. De seis em seis meses, tem-se um SO fresquinho, atualizado e cheio de novidades.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Red Hat e Solaris: adicionar swap</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/06/12/red-hat-e-solaris-adicionar-swap/</link>
		<comments>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/06/12/red-hat-e-solaris-adicionar-swap/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 19:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você subestimou o apetite de seus programas por memória e está faltando swap, siga as instruções deste item do manual do Red Hat. São alguns comandos simples para se criar um arquivo de swap e usá-lo imediatamente, ou habilitá-lo no boot.
Executei estes comandos para criar um swap adicional de 2 GB no meu laptop [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você subestimou o apetite de seus programas por memória e está faltando swap, siga as instruções <a href="https://www.redhat.com/docs/manuals/enterprise/RHEL-4-Manual/en-US/System_Administration_Guide/Adding_Swap_Space-Creating_a_Swap_File.html">deste item do manual do Red Hat</a>. São alguns comandos simples para se criar um arquivo de swap e usá-lo imediatamente, ou habilitá-lo no boot.</p>
<p>Executei estes comandos para criar um swap adicional de 2 GB no meu laptop (CentOS 5):</p>
<pre>
dd if=/dev/zero of=/home/swapfile bs=1024 count=2097152
/sbin/mkswap /home/swapfile
/sbin/swapon /home/swapfile</pre>
<p>Não tenho certeza quanto às outras distros. No Solaris, os comandos são parecidos:</p>
<pre>
mkfile 250m /var/novoswap
swap -a /var/novoswap</pre>
<p>Outra idéia é fazer uma música começando com &#8220;Vacilei no particionamento, agora vai ter que ser assim&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cedilha no Kubuntu, ainda</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/05/25/cedilha-no-kubuntu-ainda/</link>
		<comments>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/05/25/cedilha-no-kubuntu-ainda/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 May 2007 14:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um bug cadastrado no launchpad do Ubuntu sobre este problema. O negócio é que a distribuição por padrão não funciona para quem escreve em português brasileiro e tem um teclado QWERTY normal (US-International). É necessário xunxar aqueles arquivos no /etc para conseguir escrever naturalmente com cedilhas, ou usar atalhos esdrúxulos.
Com certeza, isso tem um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um <a href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/xkeyboard-config/+bug/92652">bug cadastrado</a> no launchpad do Ubuntu sobre este problema. O negócio é que a distribuição por padrão não funciona para quem escreve em português brasileiro e tem um teclado QWERTY normal (US-International). É necessário xunxar aqueles arquivos no /etc para conseguir escrever naturalmente com cedilhas, ou usar atalhos esdrúxulos.</p>
<p>Com certeza, isso tem um impacto ruim na adoção do Ubuntu, ou mesmo do Linux, para usuários brasileiros, pois muitos dos teclados aqui não são ABNT ou ABNT2. O sujeito instala o Ubuntu/Kubuntu e não consegue fazer o diabo de uma cedilha no OpenOffice.</p>
<p>Um cara chamado cenoura <a href="https://answers.launchpad.net/ubuntu/+question/4266">descreveu a solução completa</a>, que adapto e traduzo aqui:</p>
<ol>
<li>Edite o arquivo /usr/share/X11/locale/en_US.UTF-8/Compose <sup>1</sup></li>
<li>Substitua todas as ocorrências de &#263; por ç, tanto maiúsculas como minúsculas.</li>
<li>Edite o arquivo /etc/gtk-2.0/gtk.immodules <sup>2</sup></li>
<li>Encontre a linha começando com cedilha e coloque &#8220;en&#8221; na lista.<br />
&#8220;cedilla&#8221; &#8220;Cedilla&#8221; &#8220;gtk+&#8221; &#8220;/usr/share/locale&#8221; \<br />
&#8220;az:ca:co<strong>:en</strong>:fr:gv:oc:pt:sq:tr:wa&#8221;</li>
</ol>
<p><sup>1</sup> Verifique se este é o locale que você está usando: echo $LANG.<br />
<sup>2</sup> Dependendo da sua distro ou versão, o diretório desse arquivo pode mudar um pouco, mas deve estar lá (find /etc -name \*immodules\*).</p>
<p>Atualizações do X ou do GTK costumam estragar sua configuração. É só fazer de novo. E torcer para que abram uma eleição em que possamos votar para a correção deste bug.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Serviços na Internet e garantias</title>
		<link>http://www.subterfugios.net/blog/arquivos/2007/05/16/servicos-na-internet-e-garantias/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2007 15:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joao</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[etc]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um artigo hoje no Slashdot sobre uma fotógrafa islandesa que teve suas fotos postas à venda sem autorização por uma loja londrina. Sem consentimento ou mesmo conhecimento por parte da moça, a loja Only-Dreeming obteve ilegalmente as peças e as incluiu em seu acervo de &#8220;best quality canvas prints of the finest photos, by [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um <a href="http://yro.slashdot.org/yro/07/05/16/1247201.shtml">artigo hoje no Slashdot</a> sobre uma fotógrafa islandesa que teve suas fotos postas à venda sem autorização por uma loja londrina. Sem consentimento ou mesmo conhecimento por parte da moça, a loja Only-Dreeming obteve ilegalmente as peças e as incluiu em seu acervo de &#8220;best quality canvas prints of the finest photos, by top artists&#8221;.</p>
<p>Isso é um saco, mas acontece. Aconteceu também com Helder Rocha, um colega da Summa, que traduziu parte da Divína Comédia de Dante e teve seu texto <a href="http://www.helderdarocha.com.br/blog/2007/02/ei-esse-texto-meu.html">roubado, adaptado e publicado</a> por um suposto catedrático da Unicamp.</p>
<p>O caso da menina despertou interesse, no entanto, por outro fato. Ela postou as fotos roubadas no Flickr com um comentário magoado e revoltado, dizendo qual era a empresa, o que tinham feito, o que mereciam e que já tinha contratado um advogado para processar os ditos. Resultado: o Flickr removeu arbitrariamente o post.</p>
<p>Yeah, boy. Clique, clique, removido. Não é uma polêmica gigante, apenas algo que já vivemos há tempos. Contas do Gmail, blogs do Blogger, fotos do Flickr. As pessoas precisam lembrar que, apesar de terem os direitos intelectuais sobre o que criam, elas publicam essas criações através de um meio. E o meio eletrônico é, como outros, destrutível. E o proprietário do meio não é o usuário, mas a companhia que fornece o serviço.</p>
<p>O Flickr arbitra sobre o que é e o que não é apropriado para ser publicado em seu site. A última palavra, em princípio, é deles. Neste tipo de site, há sempre um link para os Termos de Uso, com os quais o usuário normalmente é obrigado a concordar antes de se inscrever. Apesar da linguagem legal e formal, estes acordos deixam grandes brechas em forma de ressalvas, para serem usadas em casos como o da garota islandesa.</p>
<p>Quem já teve a paciência de ler um Acordo de Licença de Uso sabe que o tom dos <a href="http://br.yahoo.com/info/utos.html">Termos do Serviço Yahoo!</a> citado a seguir é usual em outros serviços:</p>
<blockquote><p> O Usuário concorda que o Yahoo! Brasil não assume qualquer responsabilidade ou obrigação pela exclusão ou falha no armazenamento de mensagens e outras comunicações ou Conteúdo mantido ou transmitido através do Serviço. Também, o Usuário concorda que o Yahoo! Brasil reserva-se o direito de desativar a conta que esteja inativa por um razoável período de tempo. O Usuário reconhece, ainda, que o Yahoo! Brasil poderá modificar estas práticas gerais e limites a qualquer tempo, a seu exclusivo critério com ou sem notificação.</p></blockquote>
<p>&#8220;Não assume qualquer responsabilidade&#8221;, &#8220;reserva-se o direito&#8221; etc. Essa é a visão que usuários domésticos devem assimilar em relação a serviços na Internet, como emails, blogs e similares. Seu email fulanodasilva@gmail.com não é exatamente seu. Como dizem os próprios Termos de Uso do Yahoo!:</p>
<blockquote><p> O Yahoo! Brasil reserva-se o direito de, a qualquer tempo, modificar ou descontinuar, temporariamente ou <strong>permanentemente</strong>, o Serviço ou parte dele, com ou sem notificação.</p></blockquote>
<p>Não é porque são malvadões, mas simplesmente porque o serviço não é garantido. Falhas acontecem nos servidores e você não está pagando suporte 24/7. Também, se você diz algo que não lhes agrada, ou não agrada a algum parceiro deles, não lhes custa um &#8220;clique, clique, removido&#8221;.</p>
<p>Se quer garantias, é provável que seja melhor fazer seu próprio hosting, ou pagar por um.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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